A obra Gula d’África – O sabor africano na mesa do brasileira, publicada pela Editora Senac-DF, foi a ganhadora do prêmio Gourmand Awards – Best in the word, em Paris, na categoria Best Forieign Cookery Book in the World (Melhor livro de culinária estrangeira do mundo). Competiram exatamente 26 países nessa categoria.
O livro foi lançado em 2007 e oferece ao leitor a oportunidade de descobrir (ou reconhecer) que a culinária brasileira do dia a dia possui muita influência da culinária africana. Pratos como abará, acarajé, bobó, caruru, cuxá, dendê, efó, mungunzá, muqueca, quibêbe, vatapá ou xinxin, são tipicamente de origem africana e foram incorporados à gastronomia nacional.
Organizado por Flávia Portela, o livro apresenta as principais receitas africanas adotadas pelo brasileiro e também as principais receitas da culinária africana, que foram cedidas por várias embaixadas.
Esta obra, que faz parte do projeto Cara e Cultura Negra, é uma homenagem àqueles que contribuíram para a formação da cultura brasileira, seja por meio dos costumes, danças, lendas, festas, gastronomia e outras inúmeras manifestações culturais que fazem de nós, brasileiros, uma verdadeira miscigenação racial.
Sobre a Editora Senac-DF
Desde sua inauguração em 2004, somam-se 55 obras originais, com mais de 15 re-edições e outras 17 em elaboração, além de quatro novos títulos que já passaram pela seleção e estão na fila para serem produzidos em 2009. São estimados mais de 160 mil exemplares impressos desde 2004.
Com função de lançar projetos de obras técnicas para diferentes níveis de público, o diferencial da editora é, a partir da ideia do autor, orientá-lo a produzir uma obra de qualidade. As obras lançadas estão inseridas nas linhas de educação profissional de nossa instituição e nas áreas científica, tecnológica, artística e filosófica.
Sobre a organizadora do livro
Flávia Portela é arquiteta e urbanista, designer de produto e pós-graduada em Administração de Empresas para Engenheiros e Arquitetos. Atua na área de arquitetura e design de interiores e acumula experiência em cidades distintas, como Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.
A arquiteta é uma incansável ativista da igualdade racial e da cidadania, conhecida em Brasília pela mudança que promoveu no ambiente físico e cultural do Setor de Diversões Sul, conhecido como Conic. Ela se destaca cada vez mais como protetora dos valores da arte da população negra, sendo uma das criadoras do Festival Cara e Cultura Negra. |